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18 maio 2010
26 abril 2010
Porradaria
Lard, com Fork Boy. Esta música faz parte da trilha sonora do filme Natural Born Killers (Assassinos por Natureza), que eu gosto muito. A frente do Lard, Jello Biafra dos lendários Dead Kennedys. O Vinil branco vai parar num quadro, ainda neste ano.
O filme Natural Born Killers não é uma apologia a violência, mas sim uma crítica. A mídia nos bombardeia dia e noite com assassinos que não merecem toda essa atenção, no máximo uma nota sobre, e não essa mobilização nacional. E o público dá ibope pro Jornal Nacional...
O filme Natural Born Killers não é uma apologia a violência, mas sim uma crítica. A mídia nos bombardeia dia e noite com assassinos que não merecem toda essa atenção, no máximo uma nota sobre, e não essa mobilização nacional. E o público dá ibope pro Jornal Nacional...
01 fevereiro 2010
Killing Joke, sim, de novo
Essa é uma das primeiras em minha lista, tanto a banda quanto a música. Pssyche!!!
24 setembro 2009
Duende

Não, não é um post sobre fadinhas e duendes...
Trata-se do mais recente disco lançado pelos Killing Joke (minha banda nº1 desde sempre) com a formação original. Jaz Coleman (voz e teclados), Geordie Walker (guitarra), Youth (baixo) e Paul Ferguson (bateria), que, nesta formação, não se reunia desde 1982. Tivemos a perda de Raven em 2007 (rest in peace), que ocupava o posto de baixista desde a saida de Youth.
Esta compilação na verdade é de outubro de 2008 e foi gravada ao vivo no estúdio de Youth em Granada, na Espanha. Pra quem não conhece, é uma boa introdução ao som dos caras. Pra quem conhece, é revigorante, pois o som é perfeito e o espírito dos primeiros anos da banda, permanece forte, vivo e esperneando.
As faixas que compõem o cd são:
1. Requiem
2. The Wait
3. Tomorrows World
4. Bloodsport
5. Psyche
6. SO36
7. Millenium
8. Tension
9. Primitive
10. Are you Receiving
11. Whiteout
12. Pandemonium
13. Eighties
14. Love Like Blood
Jaz, até hoje mantém esta aura de louco. Mas ele é só um cara que sabia das coisas, meio profético. Falava em fim de mundo, mudança de consciência, o surgimento de um novo homem, uma raça mais avançada... o que ainda está por vir... ele sempre foi ligado ao ocultismo.
As letras dos Killing Joke nunca foram pop, sempre foram subversivas e controversas. E mantém até hoje uma grande quantidade de fãs.
Essa banda pós-punk foi e continua sendo influência pra uma série de músicos. Sem eles, arrisco dizer, que o Nine Inch Nails não existiria como o conhecemos.
Até o título da HQ de Batman foi influênciado. Vide "A Piada Mortal".
Aqui, Love Like Blood.
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